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segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

DEADPOOL - TIM MILLER, O DIRETOR DO FILME COMENTA SOBRE A AMBIENTAÇÃO, AS ARMAS E OS COADJUVANTES


O segundo trailer completo de Deadpool foi divulgado na noite de Natal, e a revista Empire falou com o diretor Tim Miller sobre pontos específicos do vídeo, cheio de trechos inéditos. Confira (não contém spoilers):


Sobre a ambientação: "Sempre gostei do jeito que os roteiristas descreviam a cidade como uma 'Detroit pré-pós-apocalíptica'. E isso foi o mais específico que tínhamos. Nós não dizemos no filme onde eles estão, exatamente. Há algumas pistas geográficas na trama, porque todos sabem que os X-Men vivem no Norte do Estado de Nova York, então não devemos estar muito longe disso. Mas a ideia era fazer parecer que era uma cidade caída porque queremos que o mundo de Deadpool seja meio sujo, mais soturno, meio como nas ruas de Demolidor, que lida com os problemas em que os X-Men não se incomodam em mexer".
Sobre o lado tagarela de Deadpool e as menções ao Natal: "Ele é como aquela criança com déficit de atenção que comeu muito açucar e não consegue sentar reto. Ele vive inquieto tentando se entreter. Aposto que terapeutas têm uma palavra para isso. Deadpool precisa conversar. E, sem estragar nada, digamos que é Natal para o Deadpool. Mas o personagem não está necessariamente conectado com o que acontece ao redor dele".

Sobre o arsenal de Deadpool: "Essas são as pistolas Desert Eagle dele. Só clássicos. Caso você nunca tenha pego na mão, cada uma pesa cerca de 22kgs. São pistolas enormes, poderosas e pesadas que basicamente podem explodir seu coração em pedaços".

Sobre o projeto secreto de super-humanos: "É o lugar aonde Wade vai para consertar sua vida e de onde ele sai ainda mais quebrado. É um ponto de virada para o personagem. Sobre o cara que recruta Wade, não deixamos claro se ele é mutante ou não, mas ele certamente é muito bom em convencer pessoas a fazer coisas que elas não deveriam quanto estão vulneráveis".

Sobre Angel Dust, vivida pela lutadora de MMA Gina Carano: "Nos quadrinhos, ela é um pouco como o Hulk, e vai ficando mais forte quando se enraivece. A adrenalina ativa sua superforça. Nós tentamos brincar com isso um pouco nas cenas de ação. Hoje não consigo imaginar outra pessoa no papel, no lugar de Gina, porque com o orçamento que tínhamos e o jeito que queríamos fazer as cenas de luta não permitiriam uma dublê nas cenas, que eram incrivelmente físicas".

Sobre Al Cega: "Ela vive um papel similar ao dos quadrinhos, embora nas HQs a relação dela com Deadpool tenha aspectos mais sombrios que não usamos no filme. Deadpool faz umas coisas ruins de digerir que um herói não faria, mas ver a relação dele com Al foi algo bonito de acompanhar no set. É o momento no filme em que realmente torcemos por ele ainda mais, porque ele passa por um monte de coisas mas ainda tem cenas humanas com Al".

Sobre o mapa e a lista de alvos de Deadpool: "Isso é parte da trama, então não vamos estragar nada aqui. Mas tem tanta gente na lista negra dele, que ele caça por vários motivos, que vamos manter em mistério e depois as pessoas poderão descobrir vendo o filme. Mas, sim, é o equivalente a uma parede de um assassino serial ou um agente do FBI, e acompanhamos Deadpool indo atrás de cada um deles".


Sobre Negasonic Teenage Warhead: "Acho que Deadpool gostaria que ela mantivesse mais a boca fechada do que ela mostra no filme. Ela é bem sacana. E a atitude dela é a de uma adolescente blasé que acha que o Deadpool é apenas um escroto. Toda a atitude dela é essa, basicamente. Ela não é tão quieta no filme, ou pelo menos fica quieta porque não se importa em conversar com aquele idiota. Nós escolhemos ela porque queríamos uma ajudante de Colossus e os roteiristas e eu simplesmente nos apaixonamos pelo nome dela. Daí pensamos que os poderes dela precisam refletir quem ela acha que é: tentamos que ela não simplesmente explodisse, e sim direcionasse a explosão para que se movesse para cima com a explosão para baixo, por exemplo, ou canalizasse a explosão num soco".


Sobre Colossus: "Nós temos um briga à moda antiga com ele no terceiro ato que é incrível. Ele sempre foi um dos meus personagens favoritos, por ser visualmente tão impressionante. Eu o adorava quando comecei a colecionar quadrinhos. Sempre o vi como esse monstro gigante, e acho que ganhamos muito tendo um personagem que é fisicamente tão imponente, de outro mundo, em um filme que de resto é bem 'pé no chão'. E ele conecta a gente com o universo de X-Men, o que é bom, em pequenas doses".
Sobre Vanessa, interesse amoroso de Deadpool: "Quando a escalamos para o papel, mantivemos a origem dela da HQ, mas eu queria alguém que estivesse à altura de Wade, mas é preciso haver uma razão para essas pessoas se apaixonarem. Ele é único e ela tem que ser única também. Ela nunca foi pensada como a donzela em perigo. Ela é mais forte que ele, e a intenção era essa".

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